INTERVIAS

13/05/2015 16:21

Frederico Spencer

 

“Ora (direis) ouvir estrelas!”

Por certo! Ser de onde se aninha o poema

deita nas noites sua semente

distante e quente, amanhece

taciturno em minhas mãos.

“E eu vos direi, no entanto”

que na pauta do dia

escondidos, dialogamos

neste espaço de aço e gente

no caderno, ou da mais distante galáxia

vai nascer, quebrando a ordem do dia.

E quando nascer

talvez menos estrelas terá o universo

nos meus ouvidos

menos uma canção.


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